Vigilância ativa ou tratamento imediato para o câncer de próstata?

Tratamento de câncer de próstata ou vigilância ativa

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Quando o paciente recebe a notícia de que tem câncer de próstata, é bastante comum que queira realizar cirurgia robótica o mais rápido possível. 

É preciso, porém, esclarecer que essa doença apresenta geralmente crescimento lento, não sendo necessário cirurgia de imediato. 

Inclusive há situações em que podemos postergar o tratamento por meses. 

Para tirar suas dúvidas sobre quando é possível adiar o tratamento do câncer de próstata, continue lendo este artigo do Dr. Luiz Takano — Especialista em Tratamento de Câncer de Próstata!

Vigilância ativa do câncer de próstata

Após realizar biópsia de próstata, o paciente recebe o resultado da análise do material coletado durante o procedimento. O resultado dessa análise, chamada de anatomia patológica, indica se há câncer, qual a “quantidade” de tumor e o grau de agressividade da doença. 

Caso o paciente apresente câncer de , pequena “quantidade” de tumor e baixa agressividade, o que chamamos de doença mínima, pode-se postergar o tratamento do paciente por pelo menos 6 meses. 

Após esse período, o paciente deve realizar nova avaliação por meio de PSA, ressonância magnética e exame de toque. Caso o tumor permaneça inalterado, postergamos novamente o tratamento; caso tenham surgido sinais de maior agressividade, definimos tratamento. 

Para avaliar se vigilância ativa é a melhor forma de conduzir seu caso, converse com seu médico. E se ainda não tem um especialista para cuidar da sua saúde urológica, agende uma consulta com o Dr. Luiz Takano! Assim você pode contar com um especialista no tratamento do câncer prostático e de cirurgia robótica, além de ter o suporte em diversos problemas da saúde masculina.

Dr. Luiz Takano <meta name="author" content="Doutor Luiz Takano, Médico Urologista. CRM 119.898">

Dr. Luiz Takano

Urologista – CRM 119.898
Membro titular da Sociedade Brasileira de Urologia.
Formação em Cirurgia Urológica Robótica na Johns Hopkins School of Medicine.

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